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05.07.18   |  Links úteis

Prevenção: Alerta sobre risco de retorno da poliomielite destaca importância da vacinação

Créditos: Portal do Ministério da Saúde


Em recente alerta sobre o risco do retorno da poliomielite no Brasil, órgãos públicos de saúde revelaram dados a respeito da baixa cobertura vacinal nas cidades brasileiras. Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 312 municípios, 44 só no Estado de São Paulo, estariam com a abrangência  inferior aos 50%.  

O assunto foi discutido em reunião com representantes de estados e municípios, que destacaram as localidades com cobertura vacinal abaixo de 50% para a poliomielite, principalmente em crianças menores de cinco anos. Diversas orientações foram repassadas aos gestores das cidades, que vão desde a organização das suas redes, passando pela mobilização da população, até a atualização de sistemas de dados. A coordenadora do Programa de Imunizações do Ministério da Saúde (PNI), Carla Domingues, frisou o sistema de prevenção. “Temos que ter em mente que a vacinação é a única forma de prevenção da Poliomielite e de outras doenças que não circulam mais no país. Todas as crianças menores de cinco anos de idade devem ser vacinadas, conforme esquema de vacinação de rotina e na campanha nacional anual. É uma questão de responsabilidade social”. 

Embora a pólio seja uma doença erradicada no país, desde a década de 1990, é preciso dar continuidade a vacinação para evitar a reintrodução do vírus. Por isso é fundamental a manutenção das elevadas coberturas vacinais, acima de 95%. 

O que é a pólio?

A poliomielite ou “paralisia infantil” é uma doença infecto-contagiosa viral aguda, caracterizada por um quadro de paralisia flácida, de início súbito. O déficit motor instala-se subitamente e sua evolução, frequentemente, não ultrapassa três dias. Acomete em geral os membros inferiores, de forma assimétrica, tendo como principal característica a flacidez muscular, com sensibilidade conservada e arreflexia no segmento atingido.

A transmissão ocorre por contato direto pessoa a pessoa, pela via fecal-oral (mais frequentemente), por objetos, alimentos e água contaminados com fezes de doentes ou portadores, ou pela via oral-oral, através de gotículas de secreções da orofaringe (ao falar, tossir ou espirrar). A falta de saneamento, as más condições habitacionais e a higiene pessoal precária constituem fatores que favorecem a transmissão do poliovírus.

 

Fonte: Portal do Ministério da saúde 

http://portalms.saude.gov.br/noticias/agencia-saude/43797-ministerio-da-saude-alerta-para-baixas-coberturas-vacinais-para-polio

 

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